Perguntas que sempre aparecem.
- Como começa um projeto com a Hashord?
- Sempre pelo diagnóstico. Antes de qualquer proposta a gente entende a operação, mapeia onde o tempo e o dinheiro estão vazando e reduz isso a um escopo que cabe numa página. Só depois disso é que existe número.
- Vocês trabalham por escopo fechado ou por mês?
- Os dois. Escopo fechado quando o problema já está claro e tem começo, meio e fim. Parceria contínua quando o sistema é vivo e precisa de alguém junto da operação. A escolha sai do diagnóstico, não do contrário.
- O código fica com quem?
- Com você. O código é versionado no seu repositório, com documentação e repasse para o time interno. Não trabalhamos com dependência técnica como modelo de negócio.
- A Hashord é uma agência?
- Não. Não tem camada de gerência, time de atendimento nem apresentação de 40 slides. Quem escreve o código é quem assume o resultado, e é com essa pessoa que você fala do primeiro e-mail à última entrega.
- Em que a IA aplicada da Hashord é diferente?
- A conversa começa pelo custo. Mapeamos onde IA paga a conta na sua operação — normalmente são dois ou três processos — e dizemos com todas as letras o que ela não resolve.